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Vendas e Automação

Os sistemas conversando, sem ninguém copiando dado à mão

Conexões sob medida entre site, CRM, ERP e plataformas de mídia.

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Boa parte do retrabalho de uma operação digital é dado transportado à mão de um sistema para outro, com o erro que vem junto.

Desenvolvemos as integrações em código, com tratamento de falha e registro do que passou.

O que costuma estar acontecendo

Cópia manual
Pedido, lead ou estoque digitado duas vezes em sistemas diferentes.
Integração frágil
Automação pronta que quebra em silêncio e ninguém percebe.
Dado inconsistente
O mesmo cliente com informações diferentes em cada sistema.

Para quem esse trabalho serve

Faz sentido para

  • Empresa que hoje transporta dado à mão entre sistemas, como pedido do site para o ERP ou lead da campanha para o CRM.
  • Operação com mais de uma ferramenta central, como site, CRM, ERP e plataforma de mídia, que precisam falar entre si e hoje não falam.
  • Negócio que já tentou automação pronta de mercado e viu quebrar em silêncio, sem alerta e sem log de onde parou.
  • Empresa com volume que torna o erro de digitação ou duplicidade um problema recorrente de estoque, cobrança ou atendimento.

Não faz sentido para

  • Empresa com volume baixo, em que uma pessoa consegue copiar o dado entre dois sistemas em poucos minutos por dia sem erro relevante.
  • Sistema que ainda não tem API nem nenhuma forma de exportação estruturada, em que a integração de verdade depende de o fornecedor abrir a porta.
  • Empresa prestes a trocar de plataforma, em que vale esperar o sistema novo estabilizar antes de integrar o que está prestes a sair de uso.

Preferimos dizer isso agora do que descobrir junto no terceiro mês.

O que a gente faz, e o que muda

Cada frente abaixo é uma ação concreta do escopo. A linha em destaque é o efeito dela no negócio, que é o motivo de a ação existir.

  1. Levantamento dos sistemas e do fluxo

    Mapeamento de quais sistemas existem, quais dados cada um guarda e em que ponto exato da operação a informação hoje muda de mão, seja por planilha, e-mail ou digitação manual.

    Fica visível onde o retrabalho manual realmente acontece, antes de gastar esforço automatizando a parte que menos pesa no dia a dia.

  2. Integração desenvolvida sob medida

    Conexão construída em código entre os sistemas envolvidos, respeitando a lógica de cada um, em vez de forçar um conector genérico de prateleira que não foi feito para o seu caso.

    A integração aguenta a particularidade real do seu processo, em vez de quebrar no primeiro caso que o conector padrão não previu.

  3. Tratamento de erro e repetição

    Cada falha de comunicação entre sistemas é registrada e tentada de novo automaticamente, em vez de simplesmente descartar o dado que não passou na primeira tentativa.

    Menos pedido perdido, menos estoque desatualizado e menos cliente com informação diferente em cada sistema que a empresa usa.

  4. Monitoramento com alerta

    A integração é acompanhada de perto, com aviso automático assim que alguma falha persiste, em vez de o problema ser descoberto só no fechamento do mês.

    O time descobre a falha no mesmo dia, e não semanas depois, quando o dado errado já se espalhou por outros sistemas.

  5. Documentação para manutenção futura

    Registro completo de como cada integração funciona, o que ela conecta e o que fazer se algum sistema mudar de versão ou de fornecedor no futuro.

    A empresa não fica refém de quem construiu a integração, porque qualquer time técnico consegue entender e dar manutenção depois.

Como o trabalho acontece

  1. 1

    Levantamento

    Mapeamento dos sistemas envolvidos, dos dados que cada um precisa enviar ou receber e do volume e da frequência real dessa troca de informação entre eles.

  2. 2

    Desenvolvimento

    Construção da integração em código, com autenticação, formato de dado e regra de negócio de cada sistema respeitados desde a primeira versão, sem gambiarra que quebra depois.

  3. 3

    Testes controlados

    Validação da troca de dados com casos reais antes de ligar em produção, incluindo os casos de erro que costumam aparecer só depois de meses em uso real.

  4. 4

    Virada e acompanhamento

    Ativação em janela combinada com o time técnico, com acompanhamento próximo nos primeiros dias para pegar qualquer falha antes que ela vire prejuízo real para a operação.

  5. 5

    Monitoramento contínuo

    Verificação periódica de que a integração continua funcionando depois de atualizações nos sistemas envolvidos, com alerta configurado para qualquer falha nova, mesmo meses depois da entrega.

O que passa a ser medido

É isso que aparece no relatório. Se um número não estiver nessa lista, ele não serve para decidir nada.

  • Volume de registros sincronizados corretamente entre os sistemas
  • Falhas de integração detectadas e tempo até a correção
  • Tentativas automáticas de reenvio após falha de comunicação
  • Divergência de dados entre sistemas, por cadastro ou pedido
  • Tempo de resposta do time diante de um alerta de falha

Perguntas que sempre aparecem

E se o sistema não tiver API?
Avaliamos alternativas como importação programada ou automação intermediária, sempre com registro do que foi transferido.

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